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Itapeva ganha o primeiro ponto fixo para descarte de eletrônicos inservíveis e diversos

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Itapeva ganha o primeiro ponto fixo para descarte de eletrônicos inservíveis e diversos

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente, por meio do Departamento de Meio Ambiente, abriu o 1º Ponto de Entrega Voluntária (P.E.V.) de Resíduos Eletrônicos em Itapeva.
O local fixo passou a ser operado neste mês e fica nas dependências do Centro de Educação Ambiental Gustavo Costa Ferreira, localizado à Rua Pastor Joel Batista Valadares, 20, no Conjunto Habitacional Emilio De La Rua Bajo, conhecido também como Itapeva-F.
Diante da pandemia provocada pelo coronavírus, o descarte poderá ser feito mediante agendamento pelo telefone (15) 3524-1579.
A recolha acontece de segunda-feira a sexta-feira das 08h às 16h30 e é destinado somente a equipamentos eletrônicos completos e fechados, sem avarias consideráveis tais como quebra, trinca em telas, vazamento de qualquer natureza, dentre outros.
O ponto é uma alternativa para a destinação correta desses eletrônicos. A iniciativa é do Departamento de Meio Ambiente, que realizou parceria com a Reciclatrônicos, empresa conveniada e licenciada para o aproveitamento e reciclagem de eletrônicos e responsável pelo recolhimento e destinação final adequada dos materiais entregues.
Para a diretora do Meio Ambiente, Natali S. Brito, o descarte adequado aliado a projetos de reciclagem evitam danos à natureza, conscientizam e educam a população. “Itapeva é uma cidade que está em expansão e temos a preocupação com os resíduos descartados de forma irregular que agridem o meio ambiente”, ponderou.
A preocupação tem fundamento, pois o Brasil é o maior gerador de lixo eletrônico de toda a América Latina. “O descarte de celulares, computadores, televisores, itens da linha branca, entre outros, somam 1,5 tonelada por ano, tornando o sétimo produtor deste tipo de resíduo, segundo pesquisas da ONU”, argumentou Natali.
Logística reversa – O secretário da Pasta, Diego Oliveira Carvalho, lembra que a Lei nº 12.305/10, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, prevê que os fabricantes dos equipamentos têm que dar destinação final para os seus produtos após o uso pelo consumidor, instrumento que é conhecido como logística reversa. “Assim, buscaremos intensificar a fiscalização e cobrar essas obrigações dos mesmos”, acrescentou a diretora do Meio Ambiente.
Os resíduos eletrônicos são acondicionados em um contêiner adequado e o material deve estar intacto, não sendo aceito carcaças ou avarias excessivas.